Saiba quando serão os próximos eclipses de 2015

Os eclipses são fenômenos astronômicos que despertam o interesse tanto de astrônomos quanto de astrólogos, bem como fazem parte do imaginário popular e porque não dizer, da sabedoria dos antigos. Acabamos de passar pelo primeiro eclipse do ano, mas ainda temos 3 pela frente, sendo um do Sol e dois da Lua. Teremos um no início do próximo mês e dois em setembro. Astrologicamente o eclipse tem um simbolismo muito interessante; embora haja pouca literatura a respeito, sabemos tratar-se de momentos que rompem fatos que já estavam latentes, processos são acelerados, expondo situações que já estavam na iminência de acontecer. Mas o eclipse trata sobretudo de situações coletivas, embora não possa ser negligenciado seu trânsito no mapa individual.

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Apresentamos abaixo as datas, horários e os locais onde poderão ser observados os próximos eclipses de 2015. Como nossos leitores são de locais diversos, apresentaremos o horário em Tempo Universal (TU), e não no horário local.

4 de Abril de 2015 – Eclipse total da Lua

Lua Cheia em Libra

Início do eclipse total: 11:58 TU

Meio do eclipse: 12:00 TU

Fim do eclipse total: 12:03 TU

Os locais mais privilegiados para observar este eclipse são: leste da Ásia, Oceano Índico, Austrália, Oceano Pacífico oeste da América do Norte, e Antártida.

13 de Setembro de 2015 – Eclipse parcial do Sol

Lua Nova em Virgem

Início do eclipse parcial: 4:42 TU

Máximo do eclipse: 6:54 TU

Fim do eclipse parcial: 9:06 TU

Os locais mais indicados para se observar este eclipse são o sul de África e parte da Antártida.

28 de Setembro de 2015 – Eclipse total da Lua

Lua Cheia em Áries

Início do eclipse total: 02:11 TU

Meio do eclipse: 02:47 TU

Fim do eclipse total: 03:23 TU

Os melhores locais onde este eclipse poderá ser visto são: grande parte da América do Norte (especialmente mais a leste), América do Sul, Oceano Atlântico, Europa e África.

Fonte Eclipses: Nasa

Saiba porque hoje, dia 20 de março, é um dia incomum

Sexta-feira será marcada por evento triplo: equinócio, eclipse e superlua

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Eclipse solar visto da Estação Casey, em Vincennes Bay, na Antártida, em 2014

Para os apaixonados em fenômenos celestes, esta sexta-feira (20) será cheia de eventos. Além do equinócio, quando o Sol cruza diretamente a Linha do Equador e a noite e o dia têm exatamente a mesma duração (12 horas), a data terá um raro eclipse total do Sol, o único do ano, e uma superlua.

O equinócio, que marca o início do outono no hemisfério Sul e da primavera, no Norte, ocorrerá oficialmente às 22h45 GMT (19h45 de Brasília).

A boa notícia para os admiradores dos astros, porém, vem acompanhada por outras desanimadoras.

Somente quem estiver em regiões remotas do hemisfério Norte, como Groenlândia, e do oceano Ártico poderá ver o eclipse total do Sol. Um eclipse parcial será visto da Europa e de áreas do norte da África e Ásia.

Já a superlua, que poderá ser vista em diversas regiões do globo, não será tão impactante. A data coincide com o início da lua nova, e o fenômeno é mais fácil de ser observado quando há lua cheia. A superlua acontece quando a lua alcança o perigeu, o ponto mais próximo da Terra em sua órbita — e ocorre em lua cheia ou lua nova. Mas no dia 29 de agosto deve ocorrer uma superlua cheia, então aguarde.

Para quem vive no hemisfério Norte e quiser tentar observar o Sol – ou uma pontinha dele – sumindo por trás da Lua, o eclipse começa às 7h41 GMT (hora de Greenwich, na Inglaterra; 4h41 em Brasília), atinge o seu pico às 9h45 GMT (6h45 em Brasília) e termina por volta das 11h50 GMT (8h50 em Brasília). Nas ilhas Faroé, que ficam entre a Islândia e a Noruega, o evento terá a sua maior duração, com cobertura total do Sol pela Lua de 2 minutos e 4 segundos

Entenda

O eclipse total ocorre quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, lançando uma sombra lunar sobre a superfície da Terra. O evento é raro, porque ocorre uma vez a cada três séculos para cada localização geográfica.

Já a superlua acontece quando a Lua alcança o perigeu, ponto em que ela fica mais próxima da Terra devido a sua órbita elíptica, e, por isso, parece muito maior.

Fonte: UOL Notícias